Futebol · Temporada

1950

Manto de 1950: Camisa rubro-negra clássica em aros horizontais vermelhos e pretos (Athleta / Superball), gola polo preta com corte em V sem cadarço, mangas curtas, monograma CRF branco bordado no peito esquerdo e numeração branca nas costas (introduzida em 11/07/1948), calção branco e meiões rubro-negros., com escudo (Monograma CRF em branco bordado no lado esquerdo do peito (com numeração nas costas desde julho de 1948)).

Registro factual

O ano de 1950 ficou marcado por um dos episódios mais dolorosos da história administrativa do clube: às vésperas da Copa do Mundo no Brasil, o presidente Dario de Melo Pinto vendeu o passe do ídolo Zizinho ao Bangu, para revolta do próprio jogador e da torcida. No primeiro semestre, enquanto o Maracanã era concluído, o Flamengo excursionou por Pará, Amapá, Amazonas, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Em 22/06/1950, dois dias antes da abertura da Copa, pisou pela primeira vez no Maracanã ainda em obras para um jogo-treino contra a Seleção Brasileira (derrota de virada por 3x2 sob aplausos dos operários ao Flamengo). A estreia oficial no Maracanã ocorreu em 23/07/1950, vencendo o Bangu em amistoso por 3x1 (gols de Aloísio 2 e Lero). No Campeonato Carioca, porém, o time enfraquecido terminou na 7ª colocação, sofrendo dura derrota para o Bangu de Zizinho.

Esquadrão Base

Os onze de 1950

Confiança alta . Duas ou mais fontes independentes concordam, ou há fonte oficial/primária. Critério: Formação base de transição de 1950 após a traumática venda de Zizinho ao Bangu, mesclando os remanescentes Biguá e Bria com os defensores da Seleção de 1950 (Juvenal e Bigode), a ascensão de Dequinha e Índio e a estreia oficial no Maracanã (23/07/1950, 3x1 sobre o Bangu).
  1. Garcia goleiro Sinforiano Garcia
  2. Juvenal zagueiro Juvenal Amarijo
  3. Bigode zagueiro João Ferreira
  4. Biguá médio-direito Moacir Cordeiro
  5. Modesto Bria centro-médio
  6. Dequinha médio-esquerdo José Mendonça dos Santos
  7. Aloísio ponta-direita
  8. Hermes meia-direita
  9. Índio centroavante Aluísio Francisco da Luz
  10. Durval meia-esquerda Durval Corrêa Nunes
  11. Esquerdinha ponta-esquerda José Afonso Rodrigues
Fontes do esquadrão (2)
  1. FlaEstatística — História ano a ano, Parte 04 (1945–1955) (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em
  2. Wikipédia PT — História do Clube de Regatas do Flamengo (abre em nova aba) pt.wikipedia.org · acessado em

Craque da temporada

Durval

Em um ano marcado pelo trauma da venda de Zizinho às vésperas da Copa do Mundo, o atacante Durval sustentou o poder ofensivo rubro-negro na longa excursão pelo Norte-Nordeste e no Campeonato Carioca.

Confiança média . Uma fonte confiável, ou reconstrução a partir de súmulas parciais.
Fontes (1)
  1. FlaEstatística — História ano a ano, Parte 04 (1945–1955) (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em

Artilheiro

Durval

16 gols

Escopo: Campeonato Carioca 1950

Confiança média . Uma fonte confiável, ou reconstrução a partir de súmulas parciais.
Fontes (1)
  1. FlaEstatística — História ano a ano, Parte 04 (1945–1955) (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em

Crônica

Crônica de 1950

Houve um silêncio de incredulidade na Gávea no início de 1950: por capricho de gabinete, o presidente Dario de Melo Pinto vendera Zizinho ao Bangu sem sequer ouvir o coração do craque, que chorou ao deixar a casa onde reinara por dez anos. Enquanto o Brasil erguia o Maracanã para a Copa do Mundo, os operários da obra pararam as pás em 22 de junho para aplaudir o Flamengo num jogo-treino contra a própria Seleção Brasileira. Em 23 de julho, veio a estreia oficial no gigante de concreto com vitória por 3 a 1 sobre o Bangu, mas no Carioca a ausência do Maestro cobrou seu preço. Era o fundo do poço antes da reconstrução de Gilberto Cardoso.

Texto original escrito em homenagem ao estilo de Armando Nogueira; não é de sua autoria.

Manto e imagem

O manto de 1950

Camisa rubro-negra clássica em aros horizontais vermelhos e pretos (Athleta / Superball), gola polo preta com corte em V sem cadarço, mangas curtas, monograma CRF branco bordado no peito esquerdo e numeração branca nas costas (introduzida em 11/07/1948), calção branco e meiões rubro-negros.

Calção
branco
Meião
rubro-negro
Em uso desde
1948
Confiança alta . Duas ou mais fontes independentes concordam, ou há fonte oficial/primária. Reconstrução em SVG a partir de descrições documentadas.
Fontes do manto (2)
  1. FlaEstatística — Uniformes (Rubro-Negro Modelo 1) (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em
  2. Museu Flamengo — O Manto Sagrado (abre em nova aba) museuflamengo.com · acessado em

Imagem em curadoria.
O arquivo ainda não foi importado para o acervo local.

Ilustração gerada por IA
Ilustração (não é fotografia). O Flamengo entrando pela primeira vez no gramado do recém-inaugurado Estádio do Maracanã em julho de 1950. Ilustração gerada por IA · Licença: Gerada para este portal

Ressalvas e divergências entre fontes

Presidente: Dario de Melo Pinto. Técnico: Cândido de Oliveira / Jaime de Almeida. Esportes olímpicos (FlaEstatística): primeiros títulos da história do Vôlei Feminino do Flamengo (Taça Cidade do Rio de Janeiro e Torneio do Clube Municipal) e três provas clássicas no Remo (Imprensa Carioca, Comandante Midosi e Pereira Passos).