Futebol · Temporada

1981

Manto de 1981: Camisa rubro-negra Adidas Modelo 1 com aros horizontais largos em vermelho e preto, gola em V vermelha, três listras brancas nas mangas e três estrelas brancas verticais à esquerda do monograma CRF. Na finalíssima da Libertadores em Montevidéu (23/11/1981), por exigência de números maiores nas costas, utilizou-se excepcionalmente um jogo de camisas de algodão da malharia Dória sem logotipo de fornecedor., com escudo (Monograma CRF bordado em branco no lado esquerdo do peito, ladeado por três estrelas brancas verticais.).

Registro factual

O ano de 1981 marcou o apogeu histórico do Clube de Regatas do Flamengo. Em 36 dias entre novembro e dezembro, sob o comando técnico de Paulo César Carpegiani (que sucedera Dino Sani em setembro após aposentar as chuteiras no amistoso contra o Boca Juniors de Maradona), o Rubro-Negro aplicou a histórica goleada de 6x0 sobre o Botafogo (8 de novembro), conquistou a Taça Libertadores da América vencendo o Cobreloa por 2x0 no jogo-desempate no Estádio Centenário de Montevidéu (23 de novembro, dois gols de Zico), sagrou-se Campeão Carioca sobre o Vasco por 2x1 dedicando a taça à memória de Cláudio Coutinho (6 de dezembro) e coroou a temporada em 13 de dezembro derrotando o Liverpool por 3x0 no Estádio Nacional de Tóquio (dois gols de Nunes e um de Adílio) para conquistar o Mundial Interclubes.

Esquadrão Base

Os onze de 1981

Confiança alta . Duas ou mais fontes independentes concordam, ou há fonte oficial/primária. Critério: Escalação imortalizada na conquista do Mundial Interclubes em 13 de dezembro de 1981 contra o Liverpool (3x0), sob o comando técnico de Paulo César Carpegiani.
  1. Raul Plassmann Goleiro Raul Guilherme Plassmann
  2. Leandro Lateral-direito José Leandro de Souza Ferreira
  3. Marinho Zagueiro Mário Caetano Filho
  4. Mozer Zagueiro José Carlos Nepomuceno Mozer
  5. Júnior Lateral-esquerdo Leovegildo Lins da Gama Júnior
  6. Andrade Volante Jorge Luís Andrade da Silva
  7. Adílio Meia Adílio de Oliveira Gonçalves
  8. Zico Meia-atacante Arthur Antunes Coimbra
  9. Tita Ponta-direita Milton Queiroz da Paixão
  10. Nunes Centroavante João Batista Nunes de Oliveira
  11. Lico Ponta-esquerda Antônio Nunes
Fontes do esquadrão (2)
  1. FlaEstatística - Parte 07 (1974 a 1983): A Era Zico (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em
  2. História do Clube de Regatas do Flamengo – Wikipédia (abre em nova aba) pt.wikipedia.org · acessado em

Craque da temporada

Zico

Eleito o melhor jogador da Libertadores (11 gols, incluindo os 4 nas finais contra o Cobreloa) e o melhor em campo no Mundial Interclubes em Tóquio, onde participou diretamente dos três gols nos 3x0 sobre o Liverpool.

Confiança alta . Duas ou mais fontes independentes concordam, ou há fonte oficial/primária.
Fontes (1)
  1. FlaEstatística - Parte 07 (1974 a 1983): A Era Zico (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em

Artilheiro

Zico

45 gols

Escopo: Temporada completa de 1981 (incluindo 25 gols no Campeonato Carioca e 11 gols como artilheiro da Taça Libertadores)

Confiança alta . Duas ou mais fontes independentes concordam, ou há fonte oficial/primária.
Fontes (1)
  1. FlaEstatística - Parte 07 (1974 a 1983): A Era Zico (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em

Crônica

Crônica de 1981

Em dezembro de 1981, não houve exagero no verso eternizado pela arquibancada: os ingleses realmente ficaram na roda. Depois de devolver os 6 a 0 no Botafogo, sobreviver à guerra de pedras de Santiago com dois gols magistrais de Zico em Montevidéu diante do Cobreloa e honrar as lágrimas por Cláudio Coutinho batendo o Vasco no Maracanã, o esquadrão de Raul, Leandro, Marinho, Mozer, Júnior, Andrade, Adílio, Zico, Tita, Nunes e Lico desembarcou no Japão para ensinar arte ao Liverpool. Bastaram 42 minutos de primeiro tempo em Tóquio — dois passes cirúrgicos de Zico para Nunes e uma falta do Galinho completada por Adílio — para que o planeta inteiro se curvasse ao futebol mais encantador já praticado por um clube brasileiro.

Texto original escrito em homenagem ao estilo de Armando Nogueira; não é de sua autoria.

Manto e imagem

O manto de 1981

Camisa rubro-negra Adidas Modelo 1 com aros horizontais largos em vermelho e preto, gola em V vermelha, três listras brancas nas mangas e três estrelas brancas verticais à esquerda do monograma CRF. Na finalíssima da Libertadores em Montevidéu (23/11/1981), por exigência de números maiores nas costas, utilizou-se excepcionalmente um jogo de camisas de algodão da malharia Dória sem logotipo de fornecedor.

Calção
branco
Meião
rubro-negro
Em uso desde
1980
Confiança alta . Duas ou mais fontes independentes concordam, ou há fonte oficial/primária. Reconstrução em SVG a partir de descrições documentadas.
Fontes do manto (2)
  1. FlaEstatística - Uniforme Rubro-Negro Adidas Modelo 1 (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em
  2. FlaEstatística - Uniforme Rubro-Negro Dória (Final da Libertadores 1981) (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em

Imagem em curadoria.
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Ilustração gerada por IA
Ilustração histórica do esquadrão campeão da América e do Mundo em 1981. Ilustração gerada por IA · Licença: Gerada para este portal

Ressalvas e divergências entre fontes

Na decisão do Mundial Interclubes em Tóquio contra o Liverpool (13/12/1981), o Flamengo atuou com seu segundo uniforme branco de mangas compridas devido ao frio japonês.