Futebol · Temporada
1979
- Campeonato Estadual do Rio de Janeiro Estadual Oficial
- Campeonato Estadual Especial do Rio de Janeiro (Invicto) Estadual Oficial
- Taça Guanabara Estadual Oficial
- Troféu Ramón de Carranza (Espanha) Internacional
Registro factual
A temporada de 1979 entrou para a história como o ano do tricampeonato estadual conquistado em dose dupla no mesmo calendário: em 85 partidas (62 vitórias, 15 empates e 8 derrotas, com 207 gols pró e 65 contra), o Flamengo de Cláudio Coutinho venceu de forma invicta o Campeonato Estadual Especial no primeiro semestre e conquistou também os três turnos do Campeonato Estadual Ordinário no segundo semestre, sagrando-se tricampeão carioca (1978-1979-1979). Na Espanha, ergueu pela primeira vez o tradicional Troféu Ramón de Carranza derrotando o Barcelona por 2 a 1 e o Újpest Dózsa por 2 a 0. Individualmente, Zico marcou 81 gols pelo clube no ano e, em 21 de fevereiro, ultrapassou Dida como o maior artilheiro de todos os tempos do Flamengo.
Esquadrão Base
Os onze de 1979
- Cantarele GOL Júlio César Gonçalves Cantarele
- Toninho Baiano LD Antônio Dias dos Santos
- Rondinelli ZAG Antônio José Rondinelli Tobias
- Manguito ZAG
- Júnior LE Leovegildo Lins da Gama Júnior
- Andrade VOL Jorge Luís Andrade da Silva
- Carpegiani MC Paulo César Carpegiani
- Adílio MEI Adílio de Oliveira Gonçalves
- Tita PD Milton Queiroz da Paixão
- Cláudio Adão ATA Cláudio Adão dos Santos
- Zico SA Arthur Antunes Coimbra
Fontes do esquadrão (1)
Craque da temporada
Zico
Viveu o ano mais artilheiro de sua carreira com impressionantes 81 gols pelo Flamengo (89 somando a Seleção Brasileira), superou em 21 de fevereiro de 1979 os 244 gols de Dida para se tornar o maior artilheiro da história do clube e comandou as conquistas dos dois Campeonatos Estaduais de 1979 e do Troféu Ramón de Carranza na Espanha.
Artilheiro
Zico
81 gols
Escopo: temporada (artilheiro do Estadual Especial com 26 gols e do Estadual Ordinário com 34 gols)
Crônica
Crônica de 1979
O ano de 1979 foi um vendaval rubro-negro sem precedentes: dois Campeonatos Estaduais conquistados no mesmo ano para selar um tricampeonato inédito, o prestigioso Troféu Ramón de Carranza erguido em Cádiz após vitória sobre o Barcelona e um camisa 10 no auge absoluto que balançou as redes 81 vezes com o Manto Sagrado e tornou-se o maior artilheiro da história do Flamengo.
Texto original escrito em homenagem ao estilo de Armando Nogueira; não é de sua autoria.
Manto e imagem
O manto de 1979
Camisa rubro-negra em aros horizontais vermelhos e pretos (transição Hering para Adidas em 1979), gola em V preta, mangas curtas, monograma CRF branco bordado no lado esquerdo do peito, calção branco e meiões rubro-negros.
- Calção
- branco
- Meião
- rubro-negro
- Em uso desde
- 1979
Imagem em curadoria.
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