Futebol · Temporada

1968

Manto de 1968: Camisa rubro-negra clássica em aros horizontais vermelhos e pretos (Athleta / Hering), com gola polo preta em V sem cadarço, mangas curtas, monograma CRF branco bordado no peito esquerdo, numeração branca nas costas, calção branco e meiões rubro-negros., com escudo (Monograma CRF em branco bordado no lado esquerdo do peito).

Registro factual

Em 1968, com o retorno do artilheiro Silva Batuta da Espanha, o Flamengo brilhou internacionalmente ao conquistar o prestigioso Torneio Internacional Mohammed V, em Casablanca (Marrocos), derrotando o Saint-Étienne (campeão francês) e, na decisão, o Racing Club da Argentina (então detentor do título mundial interclubes) por 3 a 2, com gols de Silva, Liminha e Dionísio. Na Espanha, chegou à final do Troféu Joan Gamper contra o Barcelona no Camp Nou, ocasião em que Silva marcou um gol antológico de bicicleta contra o Athletic Bilbao na semifinal.

Esquadrão Base

Os onze de 1968

Confiança alta . Duas ou mais fontes independentes concordam, ou há fonte oficial/primária. Critério: Escalação-base da temporada de 1968 sob o comando de Walter Miraglia, campeã do Torneio Internacional Mohammed V no Marrocos.
  1. Marco Aurélio GOL
  2. Murilo LD
  3. Onça ZAG
  4. Reyes ZAG Constantino Hermenegildo Reyes Urrea
  5. Paulo Henrique LE
  6. Carlinhos VOL Luís Carlos Nunes da Silva
  7. Liminha MC
  8. Silva Batuta MEI Walter Machado da Silva
  9. Luís Cláudio PD
  10. Dionísio ATA
  11. Rodrigues Neto PE José Rodrigues Neto
Fontes do esquadrão (1)
  1. FlaEstatística — História Ano a Ano (Parte 06: 1966 a 1973) (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em

Craque da temporada

Silva Batuta

De volta ao Flamengo após passagem pelo Barcelona, liderou o ataque rubro-negro na conquista do Torneio Internacional Mohammed V em Casablanca sobre o Racing-ARG (então campeão intercontinental), marcou na goleada de 5 a 1 sobre o Cruzeiro e anotou um gol antológico de bicicleta no Troféu Joan Gamper.

Confiança alta . Duas ou mais fontes independentes concordam, ou há fonte oficial/primária.
Fontes (1)
  1. FlaEstatística — História Ano a Ano (Parte 06: 1966 a 1973) (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em

Artilheiro

Silva Batuta

26 gols

Escopo: temporada

Confiança média . Uma fonte confiável, ou reconstrução a partir de súmulas parciais.
Fontes (1)
  1. FlaEstatística — História Ano a Ano (Parte 06: 1966 a 1973) (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em

Crônica

Crônica de 1968

As noites de Casablanca viram o Flamengo bater o campeão mundial Racing por 3 a 2 para erguer o cobiçado Troféu Mohammed V de 1968. De volta à Gávea, Silva Batuta encantava plateias da Europa ao Maracanã, preparando o terreno para um novo símbolo da mística rubro-negra.

Texto original escrito em homenagem ao estilo de Armando Nogueira; não é de sua autoria.

Manto e imagem

O manto de 1968

Camisa rubro-negra clássica em aros horizontais vermelhos e pretos (Athleta / Hering), com gola polo preta em V sem cadarço, mangas curtas, monograma CRF branco bordado no peito esquerdo, numeração branca nas costas, calção branco e meiões rubro-negros.

Calção
branco
Meião
rubro-negro
Em uso desde
1948
Confiança alta . Duas ou mais fontes independentes concordam, ou há fonte oficial/primária. Reconstrução em SVG a partir de descrições documentadas.
Fontes do manto (2)
  1. FlaEstatística — Uniforme Rubro-Negro #1 (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em
  2. Museu Flamengo — O Manto Sagrado (abre em nova aba) museuflamengo.com · acessado em

Imagem em curadoria.
Nenhuma imagem com licença livre foi localizada até agora.

Ilustração gerada por IA
Ilustração do Flamengo campeão do Torneio Internacional Mohammed V em Casablanca em 1968. Ilustração gerada por IA · Licença: Gerada para este portal