Futebol · Temporada

1957

Manto de 1957: Camisa rubro-negra clássica em aros horizontais vermelhos e pretos (Athleta / Superball), gola polo preta com corte em V sem cadarço, mangas curtas, monograma CRF branco bordado no peito esquerdo e numeração branca nas costas (introduzida em 11/07/1948), calção branco e meiões rubro-negros., com escudo (Monograma CRF em branco bordado no lado esquerdo do peito (com numeração nas costas desde julho de 1948)).

Registro factual

Desafiando a proibição da FIFA em plena Guerra Fria, o Flamengo trouxe ao Brasil em janeiro de 1957 o lendário Honvéd de Budapeste — base da Seleção Húngara de Ferenc Puskás, Kocsis, Czibor e Bozsik — e venceu o primeiro duelo no Maracanã lotado (mais de 110 mil torcedores, em 19/01/1957) por 6x4, além de bater os húngaros por 5x3 em Caracas e por 6x2 no Combinado Flamengo-Botafogo. No Torneio Rio-São Paulo, realizou grande campanha e terminou com o vice-campeonato após golear Santos (4x0), Corinthians (4x0) e Botafogo (4x1). Em junho, terminou em 1º lugar invicto no Torneio Internacional do Morumbi (batendo Dínamo Zagreb por 4x1, Belenenses por 3x1 e Corinthians por 3x1, e empatando em 1x1 com o Combinado Vasco-Santos com gols de Dida e Pelé). Já sem Evaristo de Macedo (transferido para o Barcelona), contou com a dupla Dida e Henrique Frade para vencer o Vasco duas vezes por 4x1 e o Burnley da Inglaterra por 4x0 em Barcelona, terminando em 3º no Campeonato Carioca.

Esquadrão Base

Os onze de 1957

Confiança alta . Duas ou mais fontes independentes concordam, ou há fonte oficial/primária. Critério: Formação titular de 1957 sob Fleitas Solich após a transferência de Evaristo de Macedo para o Barcelona, com a consolidação da dupla Dida e Henrique Frade no comando do ataque, o surgimento de Joubert e Moacir e a presença de Babá e Paulinho.
  1. Ari goleiro
  2. Joubert lateral-direito Joubert Luís Meira
  3. Pavão zagueiro Marcos Cortez
  4. Jadir zagueiro Jadir Egídio de Souza
  5. Jordan lateral-esquerdo Jordan da Costa
  6. Dequinha volante José Mendonça dos Santos
  7. Moacir meia-direita Moacir Claudino Pinto
  8. Joel ponta-direita Joel Antônio Martins
  9. Henrique Frade centroavante
  10. Dida ponta-de-lança Edvaldo Alves de Santa Rosa
  11. Zagallo ponta-esquerda Mário Jorge Lobo Zagallo
Fontes do esquadrão (2)
  1. FlaEstatística — História ano a ano, Parte 05 (1956–1965) (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em
  2. Wikipédia PT — História do Clube de Regatas do Flamengo (abre em nova aba) pt.wikipedia.org · acessado em

Craque da temporada

Dida

Com a saída de Evaristo de Macedo para o futebol espanhol após os duelos contra o Honvéd, Dida assumiu definitivamente a liderança técnica do ataque ao lado de Henrique Frade, brilhando no vice-campeonato do Torneio Rio-São Paulo e na conquista do Torneio Internacional do Morumbi.

Confiança alta . Duas ou mais fontes independentes concordam, ou há fonte oficial/primária.
Fontes (1)
  1. FlaEstatística — História ano a ano, Parte 05 (1956–1965) (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em

Artilheiro

Dida

16 gols

Escopo: Campeonato Carioca 1957 (em parceria goleadora com Henrique Frade na temporada)

Confiança alta . Duas ou mais fontes independentes concordam, ou há fonte oficial/primária.
Fontes (2)
  1. FlaEstatística — História ano a ano, Parte 05 (1956–1965) (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em
  2. Wikipédia PT — História do Clube de Regatas do Flamengo (abre em nova aba) pt.wikipedia.org · acessado em

Crônica

Crônica de 1957

Em janeiro de 1957, enquanto a FIFA ameaçava de suspensão quem ousasse enfrentar os exilados húngaros, o Flamengo abriu os braços e o Maracanã para o mágico Honvéd de Ferenc Puskás, Kocsis e Czibor. Mais de cento e dez mil pessoas viram um duelo sem trincheiras em que o Rubro-Negro venceu por 6 a 4, antes de bater de novo os mágicos magiares na Venezuela. Pouco depois, Evaristo de Macedo partiu para fazer história na Espanha, mas na Gávea a coroa do ataque já tinha dois herdeiros prontos: Dida e Henrique Frade, que demoliram Santos e Corinthians por 4 a 0 no Rio-São Paulo e conquistaram o Torneio Internacional do Morumbi.

Texto original escrito em homenagem ao estilo de Armando Nogueira; não é de sua autoria.

Manto e imagem

O manto de 1957

Camisa rubro-negra clássica em aros horizontais vermelhos e pretos (Athleta / Superball), gola polo preta com corte em V sem cadarço, mangas curtas, monograma CRF branco bordado no peito esquerdo e numeração branca nas costas (introduzida em 11/07/1948), calção branco e meiões rubro-negros.

Calção
branco
Meião
rubro-negro
Em uso desde
1948
Confiança alta . Duas ou mais fontes independentes concordam, ou há fonte oficial/primária. Reconstrução em SVG a partir de descrições documentadas.
Fontes do manto (2)
  1. FlaEstatística — Uniformes (Rubro-Negro Modelo 1) (abre em nova aba) flaestatistica.com.br · acessado em
  2. Museu Flamengo — O Manto Sagrado (abre em nova aba) museuflamengo.com · acessado em

Imagem em curadoria.
O arquivo ainda não foi importado para o acervo local.

Ilustração gerada por IA
Ilustração (não é fotografia). O épico duelo Flamengo 6x4 Honvéd de Ferenc Puskás no Maracanã lotado, em 19/01/1957. Ilustração gerada por IA · Licença: Gerada para este portal

Ressalvas e divergências entre fontes

Presidente: José Alves de Moraes. Técnico: Manuel Fleitas Solich. Outros títulos (FlaEstatística): Troféu AIK (5x3 sobre o AIK da Suécia no Maracanã), Taça Fadel Fadel (MG), Bicampeão Carioca Juvenil de Futebol, Heptacampeão Carioca de Basquete Masculino e Tetracampeão Carioca e Campeão do Troféu Brasil de Atletismo.